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Ozonoterapia e saúde intestinal: o que sabemos

8 de julho de 2016

Sala de equipamento e material clínico

O ozono medicinal é descrito na literatura como tendo propriedades imunoestimulantes, de apoio à circulação sanguínea e à cicatrização de tecidos. Estas características têm motivado o seu estudo como complemento no acompanhamento de doenças do trato gastrointestinal, como a colite ulcerosa, a doença de Crohn, o intestino irritável ou as fístulas anais.

No caso das fístulas intestinais, por exemplo, o acompanhamento passa primeiro por tratar a infeção subjacente e só depois cuidar da cicatrização da ferida — um processo que exige sempre supervisão médica. O uso terapêutico do ozono nestas áreas remonta à Primeira Guerra Mundial, quando era aplicado no tratamento de queimaduras e feridas infetadas, embora as tecnologias e protocolos atuais sejam muito mais precisos e regulados do que na altura.

A ozonoterapia não substitui o tratamento médico destas condições, incluindo situações que exijam intervenção cirúrgica — é utilizada apenas como complemento, sempre avaliada caso a caso.

A informação nesta página é de carácter geral. A adequação da ozonoterapia a cada caso depende de avaliação individual.

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