
A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa associada à perda progressiva de memória e de capacidade de orientação, resultante da degenerescência de neurónios em várias zonas do cérebro. A literatura científica associa esta lesão celular, em parte, a um excesso de radicais livres — moléculas instáveis particularmente prejudiciais para células sensíveis como os neurónios.
É por esta via que a ozonoterapia é estudada como possível complemento: pelas suas propriedades antioxidantes, o ozono é descrito como capaz de estimular sistemas enzimáticos que ajudam a controlar o excesso de radicais livres, melhorando a oxigenação dos tecidos. Terapias convencionais baseadas em antioxidantes, como a vitamina E, não mostraram até hoje benefícios consistentes a longo prazo — o que mantém esta área em investigação ativa.
O tratamento, quando indicado, é ajustado a cada caso específico e discutido com a equipa médica responsável pelo acompanhamento do doente — a ozonoterapia nunca substitui esse acompanhamento.
A informação nesta página é de carácter geral. A adequação da ozonoterapia a cada caso depende de avaliação individual.
