O ozono (O₃) é um gás composto por uma molécula com três átomos de oxigénio. Na natureza, protege a superfície terrestre dos efeitos da radiação ultravioleta. Para fins terapêuticos, é facilmente absorvido pelo organismo: a molécula extra de oxigénio separa-se, permitindo processos de oxigenação que apoiam a atividade celular.
No uso médico, o ozono é sempre combinado com oxigénio — o chamado "ozono médico" — em concentrações muito inferiores às utilizadas em contexto industrial. As concentrações e vias de administração seguem protocolos clínicos definidos: concentrações elevadas são reconhecidamente tóxicas por via inalatória, razão pela qual essa via nunca é utilizada, e o ozono médico não é classificado como gás medicinal.
Estudos em concentrações consideradas seguras não encontraram efeitos teratogénicos ou cancerígenos em modelos experimentais nem em estudos clínicos que seguiram protocolos adequados — o que reforça a importância de a ozonoterapia ser sempre praticada por profissionais, com equipamento certificado e protocolos clínicos definidos.
A informação nesta página é de carácter geral. A adequação da ozonoterapia a cada caso depende de avaliação individual.
