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Demência senil e ozonoterapia: o que sabemos

13 de julho de 2017

Uma das principais consequências da demência senil é a deterioração progressiva das funções cognitivas — memória, orientação, capacidade visuoespacial. Embora o seu aparecimento possa ser difícil de evitar em determinados contextos clínicos, melhorar a qualidade de vida da pessoa e de quem a acompanha deve ser sempre uma prioridade.

A ozonoterapia é referida na literatura, através do seu papel antioxidante e na oxigenação dos tecidos, como uma área de interesse no acompanhamento complementar de pacientes com demência senil e doença de Alzheimer. O tratamento, o número e a duração das sessões variam consoante o quadro clínico de cada pessoa, e deve ser sempre articulado com a equipa médica responsável pelo acompanhamento.

A informação nesta página é de carácter geral. A adequação da ozonoterapia a cada caso depende de avaliação individual.

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